Homem é sequestrado para servir como “escravo de sangue”
O homem foi sequestrado e mantido como prisioneiro durante meses, no Camboja, para servir como “escravo de sangue” de uma quadrilha.
Segundo informações do “South China Morning Post”, desde o seu sequestro, que aconteceu em agosto de 2021, o homem, chamado apenas de Li, de 31 anos, passou por sessões de retirada de até 800 ml de sangue por dia. Doações normais giram em torno de 450 ml por vez.
O sangue coletado do homem, que trabalhava como segurança, teria sido vendido no mercado clandestino. Os braços estão agora gravemente machucados e cobertos por marcas de agulha.
Ainda de acordo com a publicação, foi retirada uma quantidade tão grande do fluido, que os sequestradores precisaram extrair sangue da cabeça de Li, uma vez que as veias do braço já não tinham mais capacidade para fazê-lo.
Ele conseguiu fugir apenas no início de fevereiro de 2022, quando um dos membros da gangue decidiu ajudá-lo a escapar. Agora a vítima é tratada em um hospital por conta do risco de falência múltipla de órgãos por falta de irrigação sanguínea.
Li afirmou ao jornal que os sequestradores decidiram usá-lo como “escravo de sangue” após descobrirem que era órfão, e não teria familiares para pagarem um resgate.
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